· Um dos erros mais comuns, e também mais sérios, é o de confundir gastos pessoais com gastos da empresa. O patrimônio da empresa não deve ser misturado ao patrimônio dos donos. Para maiores detalhes, vejam o post do dia 20/10/2011: Pessoa Física e Pessoa Jurídica http://manrecontabilidade.blogspot.com/search/label/Pessoa%20Jur%C3%ADdica
· Ausência de um plano de negócios compatível à realidade do mercado. No plano de negócio ficam registrados o conceito do negócio, os riscos, os concorrentes, o perfil da clientela, as estratégias de marketing e o plano financeiro que viabilizará a novo empresa. E lembre-se que o plano de negócio não é um documento fechado em uma gaveta, mas um projeto vivo que você deve manter sempre atualizado.
· Investimento não planejado, ou seja, investir, e fixar metas, sem uma avaliação precisa das necessidades operacionais.
· Estabelecer prazos de venda sem levar em conta o capital de giro.O capital de giro é o recurso destinado para compra de matéria prima, mercadorias, reposição de estoques, despesas administrativas etc.
· Acumular dívidas e utilizar recursos emprestados, a uma alta taxa de juros, para suportar os gastos da empresa.
· Fazer vendas a prazo, sem adotar uma análise de crédito criteriosa, como comprovante de renda ou residência, referências, consultas de crédito, etc.
· Inexperiência dos sócios no ramo de atividade escolhido para o empreendimento.
· Remuneração dos sócios incompatível com a situação financeira da empresa.
Estes são alguns pontos que podem levar uma empresa à falência, porém existem outros. Ressaltamos, contudo, a importância da constante capacitação do empresário.
Fonte: http://www.mundosebrae.com.br
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