A partir de ontem (16/09/2013), a
Receita Federal enviará alertas a empresas optantes do Simples Nacional, por
meio do portal do sistema, para que esclareçam lançamentos feitos em 2010, nos
quais o fisco viu indícios de omissão de receitas. “ São divergências entre
valores que a Receita obtém através de terceiros”, explica o coordenador-geral
de fiscalização, lágaro Jung Martins.
O contribuinte que receber o alerta terá acesso aos dados dos declarados para verificar se, de fato, cometeu algum erro. Se identificar inconsistências, poderá retificá-las.
“ A vantagem de corrigir a situação tributária é evitar a fiscalização e ficar livre de multa de ofício, que é de, no mínimo, 75% a 225% do valor devido”, informa Martins.
A correção dos dados pode ser feita até 1° de dezembro, quando começa a fiscalização da Receita Federal, além de fiscos municipais e estaduais. Optam pelo Simples ,4 milhões de contribuintes, que acessam mensalmente o portal para emitir o documento de arrecadação. Assim, eles poderão fazer tudo pela internet, sem necessidade de comparecer pessoalmente à SRF.
Nesta fase da operação – chamada Alerta Simples Nacional – que se inicia ontem, serão emitidos 29 mil avisos. A diferença que a Receita encontrou entre o valor declarado pelas empresas e o montante que deveriam ter informado em 2010 é de R$ 5,9 bilhões. Se for confirmado que em todos os casos onde há indícios, houve de fato omissão de receitas, a Receita vai recuperar R$ 600 milhões.”São indícios com grau alto de certeza, mas não são provas. Estimamos que haverá autuação em 90% das 29 mil empresas, caso não retifiquem”, diz Martins.
Para chegar ao resultado, foram verificados dados das administradoras de cartão de crédito e do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) relativos a 2010.
Martins destaca que as empresas que não receberam alerta não necessariamente estão em situação regular. No ano que vem será feito cruzamento relativo a 2011. Segundo Martins, outras bases de dados podem ser usadas para cruzamento de informações, como as notas fiscais eletrônicas. O documento permitirá ao fisco verificar se as empresa estão dentro do limite de faturamento do Simples Nacional.
O contribuinte que receber o alerta terá acesso aos dados dos declarados para verificar se, de fato, cometeu algum erro. Se identificar inconsistências, poderá retificá-las.
“ A vantagem de corrigir a situação tributária é evitar a fiscalização e ficar livre de multa de ofício, que é de, no mínimo, 75% a 225% do valor devido”, informa Martins.
A correção dos dados pode ser feita até 1° de dezembro, quando começa a fiscalização da Receita Federal, além de fiscos municipais e estaduais. Optam pelo Simples ,4 milhões de contribuintes, que acessam mensalmente o portal para emitir o documento de arrecadação. Assim, eles poderão fazer tudo pela internet, sem necessidade de comparecer pessoalmente à SRF.
Nesta fase da operação – chamada Alerta Simples Nacional – que se inicia ontem, serão emitidos 29 mil avisos. A diferença que a Receita encontrou entre o valor declarado pelas empresas e o montante que deveriam ter informado em 2010 é de R$ 5,9 bilhões. Se for confirmado que em todos os casos onde há indícios, houve de fato omissão de receitas, a Receita vai recuperar R$ 600 milhões.”São indícios com grau alto de certeza, mas não são provas. Estimamos que haverá autuação em 90% das 29 mil empresas, caso não retifiquem”, diz Martins.
Para chegar ao resultado, foram verificados dados das administradoras de cartão de crédito e do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) relativos a 2010.
Martins destaca que as empresas que não receberam alerta não necessariamente estão em situação regular. No ano que vem será feito cruzamento relativo a 2011. Segundo Martins, outras bases de dados podem ser usadas para cruzamento de informações, como as notas fiscais eletrônicas. O documento permitirá ao fisco verificar se as empresa estão dentro do limite de faturamento do Simples Nacional.
Fonte: Diário do Comércio